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"O Século XXI começa em 1996 - Este ano pode vir a ser o formador de um padrão global. Três ou quatro coisas acontecerão em 96 que, em seu conjunto, ajudarão a moldar o rumo que o mundo seguirá nos próximos 15 ou 20 anos.

Uma eleição nos EUA começará a mostrar; entre outras coisas, se o país prefere ser líder ou espectador na política internacional. Uma eleição na Rússia começará a revelar quanto tempo levará para que nova Rússia se torne um ator corente no palco mundial e que tipo de papel pretende desempenhar. Uma conferência constitucional da União Europeia deverá elucidar a questão de se os países-membros têm a intenção de se tornar uma unidade política. E, provavelmente, a agonia prolongada de Deng Xiaoping forçará a China a enfrentar as decisões sobre o rumo que pretende seguir na era pós-Deng. Até o fim de 96, juntando as primeira respostas provisórias a essas quatro questões; o mundo será capaz de avaliar seu futuro com mais clareza do que agora." Esse foi um dos artigos publicados no Selectus número um, em 26 de fevereiro de 1996. Tirado da extinta Gazeta Mercantil, mostrava as variáveis políticas internacionais de então. O Selectus já estava inserido na Globalização.

Um ano depois, temos: Artimanhas - Em artigo, o professor da UFMG, José Mariano Lanna, condena a indústria que prepara artimanhas contra o pequeno produtor de leite. O 1o. exemplo é o sistema de quotas, que paga menos pelo leite produzido no período das águas acima daquele produzido na seca. Outra artimanha citada pelo professor, é o sistema de bonificação por produtividade, que paga mais para quem produz mais. Esta bonificação, diz ele, prejudica o pequeno e médio e beneficia o grande produtor. De fato, ressalta, estamos importando um negócio e um jogo perigoso que deu certo nos EUA nas décadas de 30 a 50, mas que agora já está ultrapassado e sendo invertido. Mas o Brasil, diz Lanna, anda na contramão da história, importando tecnologia ultrapassada, sem nada aprender com o modelo diferente do Canadá e Austrália. (Agropecuário, Estado de Minas); e Leite - A produção de leite chilena alcançou o 1o. lugar de crescimento médio a nível mundial, ao registrar, durante a última década, taxa anual de 8,2%, seguido da Nova Zelândia, Austrália e Argentina. Isto significa que nos últimos 10 anos, a recepção de leite nas indústrias aumentou 120%. As projeções indicam que a produção leiteira deve continuar crescendo à taxa de 8% ao ano em 97. Para o ano 2000, estima-se produção de 1,500 bilhões de litros e recepção de 1,9 bilhões de litros, volume superior em 530 milhões ao recebido em 95. O consumo de leite per capita cresceu durante os últimos anos à taxa de 6% anual, esperando-se comportamento similar para os próximos anos. Em 95, o consumo foi de 132,7 litros. (El Mercúrio/Chile)

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