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1 de julho de 2022

Consumidores querem leite apenas de vacas felizes e saudáveis

ESPECIAIS
Fonte: Dairy News – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Imagem de Bruno /Germany por Pixabay

Dairy 2032 – Os produtores de leite precisam ser capazes de provar aos consumidores que seus animais são felizes, saudáveis e bem cuidados. Isso será vital para a indústria de laticínios nos próximos dez anos, de acordo com as discussões apresentadas no “Dairy 2032”.

“Uma parte disso é usar a ciência, informações e dados para dizer o que é realmente uma vaca feliz e saudável”, disse o especialista em saúde animal, Scott McDougall.

“Precisamos nos habilitar, com a mão no coração, para mostrar informações que digam o que é uma vaca feliz. Ela come, bebe, anda e se comporta como uma vaca.”

“Sem uma licença social, não existe indústria.”

O professor da Escola Veterinária de Massey, McDougall disse que ter os dados para dizer quando uma vaca “não tem um comportamento normal” permite uma intervenção precoce nos problemas, o que é bom para ela e para a fazenda. Em última análise, que também seja bom para o meio ambiente porque uma vaca saudável não perde energia e proteína combatendo doenças em vez de produzir.

“Podemos conversar com nossos consumidores e dizer, que procuramos entender o que é uma vaca feliz e saudável, olhe aqui está meu smartphone, e lá está a vaca Betsy e ela está muito feliz e saudável, obrigada”.

McDougall foi um dos palestrantes do evento realizado pela fabricante do colar virtual de monitoramento de vacas Halter, e foi realizado em Ngāi Tahu Farming Dairy Hub in Waimakariri.

Outros palestrantes foram a consultora ambiental, Charlotte Glass, o produtor de leite de Waikato, Pete Morgan, o Professor Hamish Gow da Universidade de Agronegócio de Lincoln e o fundador da Halter, Craig Piggott.

Morgan e sua esposa, que manejam 630 vacas em 265 ha de terra em Pokkuru, foram os vencedores do Prêmio Fonterra Responsible Dairy. Ele disse que quando começaram na fazenda, era tudo empírico e resultado operacional, mais tarde, no entanto, perceberam que existe muito mais que isso no resultado final além da lucratividade.

Deixaram de acreditar que cada metro quadrado de pastagem deveria ser mantido a qualquer custo, eles começaram plantando mata nativa em áreas marginais da terra. Começaram com 10 plantas, e hoje plantam de 2.000 a 3.000 por ano.

Foi uma compreensão “bastante profunda” de que eles poderiam fazer tudo isso, mantendo a rentabilidade, disse ele.

Houve benefícios tangíveis em termos de qualidade da água e biodiversidade.

Morgan disse que sua fazenda agora, tem inúmeros pássaros nativos que voam entre as montanhas ao redor e eles trazem as sementes.

Cliente da Halter, Morgan diz que nos próximos dez anos os agricultores usarão “alguns avanços tecnológicos incríveis” para se conectarem melhor com suas pastagens e seus animais, e também com seus funcionários como parte de um sistema integral de gestão.

Mas também será fundamental que os agricultores “mantenham o controle” contribuindo nas discussões com o governo e conselhos regionais para levar aos consumidores a compreensão das histórias dos produtores.

A conformidade ambiental foi um desafio para os agricultores de Canterbury que enfrentam “quatro diferentes níveis de regras”. Então a chave é ir além das regras e adotar estratégias personalizadas para cada fazenda, disse a consultora, Charlotte Glass.

Por ter entrado em conformidade com antecedência, Canterbury tem uma vantagem sobre o resto do país.

Acesse aqui a matéria na íntegra

 

 

 

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