Decisão do FMI atrapalha reforma na China
China - O apoio político para a reforma econômica na China, já enfraquecido pelo espectro da desaceleração econômica, pode ser ainda mais prejudicado pela indicação do Fundo Monetário Internacional (FMI) esta semana que não incluirá o yuan na cesta internacional de moedas de reserva por pelo menos um ano.
A informação do FMI, que parece adiar a recompensa que a China esperava por seu alinhamento prómercado, segue a decisão tomada em junho pela provedora de índices MSCI Inc. de não incluir as ações da China em um índice de ações globais. A medida sinaliza dúvidas sobre se Pequim já fez o suficiente para afrouxar o controle do governo e abrir seu vasto mercado financeiro para o resto do mundo. A China, de sua parte, cada vez mais acredita que uma integração mais profunda com os mercados globais seja problemática, dizem analistas. Os esforços de Pequim para estabilizar os mercados de ações e de câmbio do país nas últimas semanas, dizem eles, sugerem que os legisladores querem fazer um afrouxamento gradual e estão menos predispostos a ceder a pressões internacionais. Notícia na íntegra
















