Setor ainda aguarda regra clara para investidor estrangeiro sobre terra agrícola
Terras Agrícolas - A restrição ao uso de capital estrangeiro para a compra de terras agrícolas no Brasil acaba travando o desenvolvimento de fundos florestais no País, segundo fontes do setor.
Há cinco anos, um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) restringiu o capital externo no setor agrícola. De acordo com Elizabeth de Carvalhaes, presidente da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), o problema é que não foram definidos parâmetros para a participação estrangeira. Desde então, Elizabeth afirma que não houve nenhum direcionamento novo para o setor.
Segundo Ederson de Almeida, da consultoria Consufor, esse problema é agravado pelo fato de 70% dos fundos de investimento em ativos florestais no Brasil serem estrangeiros. Segundo Almeida, os grupos de fora foram os primeiros a identificar o potencial do eucalipto "terceirizado". Foi só a partir de 2010, com o parecer da AGU, que os fundos nacionais começaram a ganhar mais espaço neste mercado. Notícia na íntegra
















