China – Baixa taxa de amamentação é atribuída ao marketing intenso de fórmulas infantis
Amamentação/China – Apenas 29,2% das crianças com menos de seis meses de idade têm amamentação exclusiva na China, e o marketing agressivo das fórmulas infantis pode ser um fator chave, detectou um estudo feito pela Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento da China.
O quadro está longe dos objetivos traçados pelo governo chinês, que quer atingir a taxa de 50% de amamentação exclusiva para crianças com até seis meses de idade em 2020. O percentual também é inferior à média mundial de 43%. A Organização Mundial de Saúde (OMS) tem recomendações ainda mais rígidas, e recomendam que os bebês só sejam alimentados com leite materno, não devendo ser incluído nem água, nos primeiros seis meses de vida. De acordo com os resultados, a maioria das crianças de seis meses ou menos – um terço delas foram alimentadas com leite materno e outros alimentos, como leite em pó e outros alimentos lácteos. Outros 31% foram alimentados com leite materno, suco de frutas e água potável.
Do restante, (29,2%) tiveram amamentação materna exclusiva, e outros 6,3% aleitamento artificial.
A falta de regulamentação do mercado
O relatório atribuiu a falta de regulamentação do mercado sobre as vendas de substitutos do leite materno como um fator chave para a baixa taxa de amamentação.
“Como o Código de Comercialização de Substitutos do Leite Materno foi revogado no final de 2017, nosso país, atualmente, carece um conjunto de regras para as vendas de substitutos do leite materno. Existem apenas algumas cláusulas na atual Lei de Saúde Materna e Infantil e Leite de Publicidade que está relacionada à regulamentação da venda de substitutos do leite materno”, diz o relatório.
















