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Especiais Selectus nº 5722

Conaprole estreita laços com seu maior cliente chinês

Conaprole – Os produtos lácteos uruguaios são muito bem conceituados na China. Diante disso a Conaprole receberá – com o objetivo de estreitar os laços comerciais – uma importante delegação da Inner Mongolia Yili Industrial Group Company Limited, o principal cliente da cooperativa do gigante asiático.

Fonte: El Observador – Tradução livre: Terra Viva

Alejandro Pérez Viazzi, vice-presidente da Conaprole, explicou ao programa Tiempo de Cambio, da rádio Rural, que a visita – que será realizada no próximo mês – “reflete o trabalho que vem sendo feito há mais de 10 anos pela Conaprole na China”.

Este trabalho permitiu “gerar confiança no mercado chinês”, explicou.

O Uruguai vende para a China, principalmente, leite em pó integral. A demanda láctea daquele país é atendida, primordialmente, pela Nova Zelândia, responsável por mais de 90% da importação total. 

Conaprole estreita laços com seu maior cliente chinês

No entanto, o Uruguai está na mesma posição que os Estados Unidos, a União Europeia (UE) e a Austrália.

“Mesmo que seja um percentual muito menor do que o da Nova Zelândia, temos participação idêntica aos outros fornecedores”, resultado de um trabalho da Conaprole no mercado chinês, afirmou.

Acordos de cooperação por mais negócios a longo prazo

Além disso, o diretor destacou que, dentro da Yili, a Conaprole é a única empresa - além da Nova Zelândia – que envia leite em pó integral, “o que representa uma enorme responsabilidade e reflete a confiança”.

“A visita busca continuar estreitando a relação de confiança e poderemos ter acordos de cooperação e mais negócios no longo prazo”, comentou.

Lembrou que a Conaprole “não está acomodada” no mercado mundial, um setor volátil, dinâmico e de concorrência agressiva, explicou. “Estamos negociando, sem contudo ter alcançado êxito que propicie a melhora do valor do leite ao produtor para melhorar suas margens, mas, também estão em jogo custo de produção do país e tarifas alfandegárias”, acrescentou.

De qualquer forma, sustentou que agora a situação é diferente e “muito melhor” que um ano atrás.

“Sem dúvida estamos em um período prolongado de dificuldades e custos elevados. É um mundo complexo, mas, através da imagem construída pela Conaprole no mundo já podemos fazer acordos estratégicos, que são de médio e longo prazo”, conclui Pérez Viazzi, fazendo referência à parceria com a Yili.

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