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Especiais Selectus nº 6229

China – As compras de leite em pó realizadas pela China cresceram 150% em agosto

Importações/China – A China mantém em alta a compra externa de lácteos para abastecer a demanda interna: em agosto de 2021 a importação de leite em pó realizada pelo gigante asiático cresceu 146% em relação a igual mês de 2020.

Fonte: Fonte: Infortambo – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Photo by billow926 on Unsplash
China – As compras de leite em pó realizadas pela China cresceram 150% em agosto

A demanda chinesa é o principal motor do mercado na atualidade. Muito se especula a respeito de quando deixará de crescer, se estão com estoques elevados, ou qual é o crescimento da produção, etc.

A partir dos resultados do GlobalDairyTrade (GDT) também são tiradas conclusões. Havia prognóstico de queda das compras no segundo semestre, prognóstico que foi ajustado para o último trimestre do ano, já que em julho e agosto o volume de importações cresceu 21,4% em relação ao mesmo bimestre de 2020.

O leite em pó integral (WMP) é o produto que mais interessa à Argentina e Uruguai por ser o de maior volume de vendas externas em toneladas e em litros equivalente leite e portanto, referência para o preço do leite cru.

Durante o mês de agosto a alfândega chinesa informou importações de 73.932 toneladas de WMP contra 29.977 toneladas importadas no mesmo mês de 2020, o que representa incremento de 146% no volume comprado pelo gigante asiático.

Tal como informou o portal Economía Láctea, no acumulado do ano alcança 678.845 toneladas, um volume de leite em pó importado que supera em 41,2% a do mesmo período de 2020.

Durante os 2 primeiros meses do tão temido segundo semestre a China acumula importações de 147.562 toneladas de WMP, contra 67.083 toneladas de julho e agosto de 2020 (+120%).

A Nova Zelândia continua sendo o principal fornecedor de WMP com 91,2% do volume total importado pela China entre janeiro e agosto, enquanto que o Uruguai se habilita como o segundo no ranking com 2,8% (19.301 toneladas) superando a Austrália que forneceu 2,7%.

Quanto às importações totais, acumulam 2.889 milhões de toneladas de produtos lácteos, no período de janeiro a agosto o volume importado cresceu 31,4% em relação ao mesmo período de 2020.

De acordo com o informado pelo GDT, a China está participando menos no volume de operações da plataforma. Isto às vezes é interpretado como uma baixa da demanda, mas à luz dos dados oficiais de importações chinesas não seria bem assim, pelo menos até agora, e estaria obedecendo à mudança de estratégia dos compradores.

Em relação aos outros motivos que justificariam uma queda nas importações haverá que continuar esperando com atenção já que a demanda chinesa é a variável mais sensível em relação ao que pode ocorrer com os preços das commodities lácteas.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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