França – A média da produção de leite por vaca aumentou 260 kg
Leite/França – Em parceria com o Conselho France Élevage (FCEL, em francês), e o Comitê Nacional de Ovelhas Leiteiras (CNBL), o Institut de l’Élevage divulgou os resultados do controle leiteiro de 2020.
Para esse novo controle em escala nacional, o sistema de qualificação de lactações evoluiu desde 9 março de 2020. Hoje, a qualificação de lactação é efetuada segundo 44 métodos contra 84 antes.
O número de propriedades leiteiras caiu 5%
Assim como o número de métodos, o número de fazendas que forneceram resultados também está diminuindo.
Em 2020, 34.793 fazendas relataram 2.200.652 lactações qualificadas, ou seja, um recuo de 5,2% do número de explorações e de 5,7% no número de lactações qualificadas. Em 2020, as três grandes raças nacionais Prim’holstein, Montbéliarde e Normandie representaram 91% das lactações qualificadas, contra 94,2% em 2019.
Taxa de aumento
O lado positivo, é o aumento da produtividade. Ela aumentou em 261 kg, para um tempo médio de lactação de 339 dias, chegando à média de 8.707 kg por vaca.
Paralelamente, assistimos a uma elevação das taxas médias. A taxa média de gordura aumentou 0,4%, ficando em 40,5g/kg e a proteína média apurada foi de 32,8 g/kg, ou seja, alta de 0,3%.
“Essa evolução da produção e as taxas precisam ser relativizadas em decorrência das causas de não qualificação que passaram a vigorar a partir de março de 2020. Incluindo a não qualificação de lactações com menos de três controles. Essa evolução recaiu sobre o número de lactações qualificadas, com impacto nos resultados médios que deverão ser avaliados no decorrer dos próximos anos”, explica o Institudo de l”èlevale.
Células ainda em declínio
Outro ponto positivo: o das células. Foi confirmada a tendência de melhora observada em anos anteriores. Hoje, a proporção de lactações com uma contagem celular inferior a 300.000 células é da ordem de 50,8%, enquanto que em 2009 era de 41,1%. As lactações que obtêm pelo menos dois controles abaixo de 800.000 células, a proporção é de 12,3%, contra 16,8% em 2009.
















