Importações brasileiras de lácteos NCM 04 – janeiro a setembro de 2021
Importações – As importações brasileiras de produtos lácteos NCM04, no mês de setembro, em valores, subiram 2,7% em relação a agosto de 2021, e caíram 78,5% em relação a setembro de 2020.

No acumulado de janeiro a setembro de 2021, no entanto, houve aumento de 7,8% em relação ao mesmo período de 2020.

>> Acesse aqui a tabela do Relatório Executivo – Importações Brasileiras de Lácteos
A ordem das categorias mais importadas no mês de setembro é: NCM0402 (49,8%); NCM0406 (34,7%); NCM 0404 (10,0%); e NCM0405 (4,2%). No acumulado do ano, a classificação das categorias de janeiro a setembro foi a mesma anterior, mas com percentuais diferentes, NCM0402 (53,7%); NCM0406 (28,2%); NCM 0404 (10,3%); e NCM0405 (6,2%).

>> Acesse aqui a tabela das Importações Brasileiras de Lácteos NCM 04
As importações brasileiras de lácteos são procedentes basicamente da Argentina (51,3%) e Uruguai (34,7%) nos primeiros nove meses do ano. No mês de setembro a Argentina forneceu 60,4% dos produtos lácteos importados pelo Brasil e o Uruguai 27%.

Os produtos mais importados no mês de setembro foram leite em pó (49,8%) e queijos (34,7%).

As importações de produtos lácteos começaram o ano acima dos níveis do ano passado até o mês de abril. Depois caíram nas comparações mensais. Se mantiverem os percentuais de redução verificados de abril a julho, é possível que o total das importações de 2021 sejam menores do que as de 2020.

Balança Comercial
O nível do saldo negativo em Equivalente litros de leite (EqL) em 2021 iniciou uma redução em abril, e que vem se mantendo.

No entanto, os percentuais de redução estão caindo, assim como o nível das exportações. Muito embora o resultado negativo de setembro de 2021 seja menor do que o verificado em setembro de 2020, no acumulado do ano, 2021 está apenas 10% menor do que o acumulado de janeiro a setembro de 2020.

















