RU – 5 verdades sobre as emissões de GEE das fazendas produtoras de leite
Produção/RU – A produção de leite recebe grande atenção negativa da mídia em relação ao seu papel na emissão de gases de efeito estufa (GEE).
Antes da Conferência das Mudanças Climáticas (COP26) em Glasgow, queremos destacar alguns fatos importantes sobre as emissões de GEE pelas vacas leiteiras no Reino Unido (RU) e dissipar alguns dos mitos.
A indústria de laticínios está encarregada de promover uma campanha acerca dos fatos sobre as emissões de GEE pelo setor antes da COP26, em 31 de outubro de 2021.
A Associação Britânica dos Produtores de Leite (RABDF) recolheu alguns fatos chaves para destacar como a indústria de laticínios contribui bem pouco para as emissões de GEE no RU. A associação pediu para que pessoas, principais partes interessadas da indústria, empresas e organizações divulgassem mensagens dentro das indústrias e também para o público em geral, antes, durante e depois da COP26.
O objetivo é ajudar a informar a todos, quanto a indústria de laticínios contribui com os GEE e dissipar muitos dos mitos atuais.
Matt Knight, diretor administrativo da RABDF disse que “é de vital importância que nós, junto com a indústria divulguemos qual é a contribuição do setor lácteo britânico nas emissões de GEE”.
“Como indústria, estamos trabalhando seriamente para reduzir os níveis, mas frequentemente isto não é levado em consideração e informações falsas são publicadas.
“O setor lácteo, junto com outras áreas da agricultura são, frequentemente, usados como bode expiatório quando se trata de emissões. Os “arrotos” das vacas ocupam regularmente as manchetes da imprensa nacional. A expectativa é de que a agricultura do RU estará em destaque na COP26. Então precisamos estar prontos para divulgar nossa história e o bom trabalho que realizamos para reduzir ainda mais as emissões que já são bastante baixas”.
“Se alguém puder compartilhar um fato na mídia social, no boletim de sua empresa, na conversa com um amigo, por exemplo, então estará melhorando o nível de informação sobre as emissões da indústria de laticínios”, continuou Knight.
Os fatos sobre a indústria de laticínios que a RABDF pede para serem divulgados são:
1 – Menos de 3% do total das emissões de GEE no RU são procedentes da produção de leite
2- Quase metade das emissões procedentes das vacas leiteiras (46%) são decorrentes da digestão – um processo perfeitamente natural dos ruminantes
3 – Produzir leite eficientemente. São necessários oito litros de água para produzir um litro de leite de vaca e 158 litros de água para uma bebida de amêndoa
4 – As emissões de GEE no RU são muito menores do que a média global. A pegada de carbono de um litro de leite britânico libera 1,25 kg de CO2, em comparação com a média global que é de 2,9 kg de CO2 por litro.
5 – As vacas leiteiras do RU são as mais amigáveis com o meio ambiente do mundo, entre as mais de 178 milhões de cabeças existentes. Se todas fossem tão eficientes quanto as vacas leiteiras do RU, precisaríamos de apenas 78 milhões delas para produzir a mesma quantidade de leite.
A RABDF produziu algumas peças para serem postadas em mídias sociais, fragmentos e boletins, imagens e pôsteres que podem ser copiados e colados gratuitamente de seu site www.rabdf.co.uk/emissions
Knight acrescenta. “Nós queremos fazer o máximo possível para que as pessoas espalhem o bom trabalho da indústria de laticínios e reforçar o fato de que os produtos lácteos não são bons apenas para a saúde humana, eles também são bons para o planeta também”.
















