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Setorial Selectus nº 6342

Embrapa e FAO atualizam parâmetros para estimar uso agropecuário da terra

Parâmetros agropecuário - Uma publicação da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) detalha a atualização dos dados da área ocupada pela agropecuária no País.

Fonte: Fonte: Embrapa | Foto de capa: Imagem de Kurt Bouda por Pixabay
Embrapa e FAO atualizam parâmetros para estimar uso agropecuário da terra

Os novos modelos de uso da terra e publicações importantes têm repercussão importante para a promoção de uma agricultura e bioenergia integradas.

O trabalho apresenta os resultados de uma iniciativa inédita entre a Embrapa e a FAO para um grande número de modelos de atualização e um grande uso de parâmetros fundamentais da terra, como a segunda área de uso agropecuário da terra, a frequência de agricultura e a área de cultivo na terra safra, com base em estatísticas oficiais.

O presente estudo é o primeiro a fornecer estimativas de área de safra do Brasil, bem como toda a área de agricultura do Brasil, como as principais culturas que contribuem para informações para ela, e podem ser utilizadas como base para estimativas de safra, bem como das áreas de dupla safra.

Os autores de Pesquisa e Desenvolvimento 93 (Uso agropecuário da terra, frequência de cultivo e área de segunda safra no Brasil: estatísticas da FAOSTAT e novas estimativas), publicado em inglês com o título “Brazil's agrícola land, croping frequency and segunda safra” area: FAOSTAT statistics and new estimativas”, detectam inconsistências nas estimativas FAOSTAT e da literatura quanto a esses parâmetros.

O analista do ambiente da Embrapa Meio Renan Novaes, primeiro autor da obra, explica a atualização dos dados da FAOSTAT levou a uma mudança na área de agricultura e do Brasil para 63 e 172 milhões de hectares em 2016, respectivamente, 28% e 12% menores do que os valores anteriores”, sublinha ele.

Novaes pontuações que “como estimativas de parâmetros podem ter reflexo em vários modelos, como por exemplo na frequência de cultivo (FC). Esse cálculo calculado é pela divisão da área colhida, maior é a área ocupada e quanto maior a agricultura da terra. No caso do Brasil, as estimativas anteriores apontavam para valores abaixo de 1; com as atualizações, a frequência de cultivo no Brasil passa a ser maior que 1.2, o que resulta 30% superior às estimativas atualmente presentes na literatura e média global”.

Os autores também disponibilizam uma estimativa inédita da área agrícola do Brasil em segunda safra. Segundo a publicação, a segunda safra pode ter uma área de compostagem de 2017, a partir de 2017, representando uma área de 16 milhões de hectares de compostagem de 16 milhões de hectares. (68%), trigo (13%) e feijão (6%). Ou seja, de cada 100 hectares de agricultura no Brasil, cerca de 20 ha são cultivados duas vezes no mesmo ano”.

Levantamento em três etapas

Os autores informam que os procedimentos metodológicos do levantamento foram realizados em três etapas distintas. A primeira etapa consiste na revisão e atualização das estatísticas agrícolas da FAOSTAT registradas para o Brasil, com base em dados nacionais oficiais. A segunda e terceira etapas consistem em estimar a FC ea área de segunda safra no Brasil, respectivamente.

Os autores da FAO desenvolveram a história de fornecimento de dados Brasil. De acordo com o último ano agrícola da FAO Francesco, “o governo brasileiro sobre uso da terra recebida pelo 195, reportando uma área agrícola de 65 milhões de hectares. Desde então, nenhum dado adicional foi enviado pelo País, e o relatório FA foi completado com essas lacunas de informação com imputações e dados de outros relatórios governamentais, inclusive, até esta publicação, com resultados preliminares do Censo Agropecuário de 2006 (agora totalmente atualizado na FAOSTAT) , complementado com informações sobre a área colhida, disponível na FAO a partir de outras fontes”, originado.

Os novos dados suportam uma representação alterada da agricultura brasileira e, se adotam, podem ajudar a abordar da melhor a sustentabilidade do terra agrícola no Brasil. Os autores que pretendem projetar também projetos em diferentes fontes de dados apresentam estudos mais amplos e estudos abrangentes.

“Consideramos os dados censitários e estatísticos de culturas comerciais disponíveis nas bases de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, uma definição de safras e padrões sazonais regionalizados baseou-se em simplificações gerais e em nível estadual”, explica Novaes.

Ele informa também que vários termos diferentes ao seu conceito estão disponíveis na literatura, “gerando confusão e nem instituições brasileiras nem internacionais sistematicamente esses parâmetros de forma abrangentes”, sinalizam. Com relação a sua abrangência, os resultados ainda podem ser incrementados com dados de usos agrícolas presentes no Brasil, como cultivos de forrageiras e sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta.

Para ele, o detalhamento ainda destas definições, a contabilização do sistema de estatísticas pelas instituições de estatísticas, e o uso de resultados de dados de SIG (sistema de informação geográfica) podem ajudar a refinar e validar mais estimativas no futuro.

“Acreditamos que melhorias adicionais nos dados e medidas podem ajudar a representar melhor os sistemas de uso da terra no Brasil e no exterior, bem como possibilitar medidas mais efetivas focadas em alcançar a sustentabilidade agrícola e bioenergética”, finaliza.

Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO)

A FAO é uma agência especializada do Sistema ONU (Organização das Nações Unidas) que trabalha no combate à fome e à pobreza pelo meio da melhoria da segurança alimentar e do desenvolvimento agrícola. Criada, aOO5, como a discussão da discussão da FAO, como a discussão da discussão da FAO, também da discussão da discussão da política, e da iniciativa de combate à alimentação1 e atua à alimentação4.

sentido, a agricultura em inteligência busca os países em desenvolvimento com projetos de assistência a agricultura e execução de políticas e, programas todas as atividades primárias (extrativismo, outros). Para isso, a FAO trabalha em parceria com outras agências das Nações Unidas, organismos internacionais diversos bem como governos nacionais.

Constituída por 191 países membros e pela União Europeia, a FAO possui cinco oficinas regionais e 78 escritórios nacionais. Entre as ações realizadas pelo Escritório da Organização Produtiva no Brasil, Programa Nacional de Parceria com o Governo Brasileiro podem ser citados o Programa de Organização Produtiva de Comunidades (Produtiva Nacional), o Programa Nacional de Florestas (Produtiva de Comunidades), o Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), entre outros.

A FAOSTAT fornece acesso gratuito a dados de alimentos e agricultura para mais de 245 países e territórios e abrange todos os agrupamentos regionais da FAO de 1961 disponíveis ao ano recente.

Embrapa e FAO atualizam parâmetros para estimar uso agropecuário da terra

Acesse aqui a matéria na íntegra

 

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