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Negócios Selectus nº 6423

A inovação e renovação das indústrias em sua jornada para aproximação com o consumidor

Inovação - Os negócios no Brasil e no mundo passaram por mudanças drásticas de cenários nos últimos anos, quando houve também um aumento nas possibilidades de modelos de negócios para se chegar ao consumidor.

Fonte: Fonte: Mercado e Consumo | Foto de capa: Imagem de Preis_King por Pixabay
A inovação e renovação das indústrias em sua jornada para aproximação com o consumidor

Essa diversificação dos contextos dos negócios tornou-se fundamental para que muitas marcas e empresas pudessem se manter relevantes ou mesmo aumentar as chances de seguir num mercado cada vez mais competitivo.

Um grande exemplo desse processo tem sido a grande transformação da Dexco (ex-Duratex), para se tornar ainda mais moderna e próxima do consumidor. A indústria de mais de 70 anos de pisos, revestimentos e materiais hidráulicos ao longo do tempo se especializou em soluções em design de ambientes – ou seja, manteve um olhar claro de transformação e inovação com foco em quem realmente importa: o consumidor.

Além de toda a mudança de olhar para o negócio, diversas frentes estão sendo desenvolvidas, como a criação de um fundo para investimento em startups e scale ups, além de uma abordagem clara em sustentabilidade e a sustentação da companhia por meio de uma governança forte.

Esse case é um retrato da história do processo realizado pela indústria nos últimos anos, desde quando ela começou a vislumbrar que seu produto poderia chegar no consumidor final não apenas por meio de intermediários, mas ampliando esse escopo para canais próprios – sejam eles físicos, sejam digitais.

Alguns outros pontos importantes dos últimos tempos, especialmente a aceleração da transformação digital, contribuíram para que o caminho do D2C (diretc-to-consumer) fosse mais visto como complementar do que como um concorrente contra o qual a indústria colidiria com seus stakeholders. Essa evolução das plataformas de relacionamento com estes parceiros, com um avanço no B2B nos moldes digitais, trouxe tranquilidade e transparência necessárias para que os canais estabelecidos não precisem ser sacrificados nesse novo modelo.

Segundo a empresa de pesquisas Grand View Research, o B2B eletrônico movimentou US$ 6,88 trilhões em 2021, sendo que a média de crescimento desse setor deve ser de 19,7% até 2030. O chamado marketplace B2B, outro ponto importante dessa transformação digital na relação das empresas, deve movimentar US$ 3,5 trilhões em 2024.

Essa nova era permite agora que o consumidor possa continuar usando o varejo para realizar suas compras, porém com uma experiência de compra ampliada pela marca – que passa a poder efetivamente mostrar sua proposta de valor, seu jeito de ser com maior consistência, e também seu portfólio completo dos produtos sem intermediários. Ou seja, criando um novo canal de receita e de ampliação do seu market share.

Isso torna a jornada do consumidor ainda mais importante de ser observada. Agora a jornada passa a não ter um final. Ela não é mais linear, uma vez que ora a indústria faz o contato direto, ora o produto impacta o cliente via parceiros.

Há ainda, principalmente para a indústria, a possibilidade de esse contato com o consumidor fazê-la enxergar de forma mais clara quem é seu público, permitindo ainda que se reúnam dados cruciais sobre o comportamento desse cliente, suas preferências e desejos não atendidos.

Além desse aumento de participação no mercado, a indústria que faz do D2C uma estratégia reforça o relacionamento do público com sua marca, consegue ampliar margens pelo fato de realizar transações diretas, ganha maior entendimento sobre sua atuação e o que realmente significa sua relação com seu cliente.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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