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Inflação recorde: No Chile alcançou o maior percentual em 28 anos e no México em 22 anos

Inflação – No Chile, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) aumentou 1,4% em julho, na comparação com o mês anterior, e acumula alta interanual de 13,1%, a maior desde 1994.

Fonte: Fonte: Nodal - Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Imagem de Markus Winkler por Pixabay
Inflação recorde: No Chile alcançou o maior percentual em 28 anos e no México em 22 anos

O Instituto Nacional de Estatísticas (INE) informou nesta terça-feira que o IPC de julho subiu 1,4%, acumulando alta de 8,5% no ano, e de 13,1% em 12 meses.

A inflação interanual é a maior registrada desde março de 1994, quando o IPC aumentou 13,7% em 12 meses.

Segundo o INE, 10 das 12 categorias que formam a cesta do IPC mostraram tendências positivas na variação mensal do índice, uma apresentou resultado negativo e a outra estabilidade.

No México a inflação ‘chegou às nuvens’. A inflação no México escalou em julho seu maior nível em 22 anos, impulsionada, principalmente, pelo incremento nos preços dos alimentos, e os analistas esperam que alcance seu ‘pico’ entre agosto e setembro, que deve ficar perto de 8,5%.

O Instituto de Estatísticas INEGI informou que o IPC subiu 8,15% no acumulado do ano, até julho, a maior variação desde dezembro de 2000.

Os maiores incrementos foram registrados nos alimentos processados, 12,1%, seu maior nível desde dezembro de 1999 e também destacou a alta de 16,05% dos produtos agropecuários.  

Na Argentina, o IPC calculado pela fundação Libertad y Progreso (LyP) de julho foi de 8% mensal, o maior aumento mensal desde abril de 2022. A inflação acumulada é de 47%, e esta é a maior inflação acumulada nos primeiros sete meses desde 1991, segundo a fundação.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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