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Especiais Selectus nº 6585

O fim do fenômeno La Niña ainda não trouxe alívio para o campo na América do Sul

Leite/América do Sul – O fim do fenômeno La Niña, que está associado a anos consecutivos de seca na América do Sul, ainda não deu alívio nem à colheita, nem à produção de leite em grandes áreas dos principais países produtores e processadores de leite e lácteos do Cone Sul.

Fonte: Fonte: Usda – Tradução Livre: Terra Viva | Foto de capa: Terra Viva
O fim do fenômeno La Niña ainda não trouxe alívio para o campo na América do Sul

Março foi quente e seco, na maior parte do tempo. Observadores da região dizem que a chuva é irregular e algumas áreas recebem precipitações muito necessárias, mas os benefícios climáticos não são generalizados. Apesar das expectativas e das condições mais favoráveis em decorrência de padrões climáticos neutros, os produtores e processadores da região não acreditam em melhoras significativas no curto prazo.  

As importações de commodities lácteas pelo Brasil continuam subindo, já que a produção de leite é instável, e a expectativa é de que caia ainda mais.

Queijo, leite em pó desnatado (SMP) e leite em pó integral (WMP) estão entrando em grandes volumes no maior país do continente, mostram os relatórios. Analistas dizem que devido aos estoques limitados, os preços do SMP e WMP se manterão firmes. Alguns contatos dizem que a produção até o terceiro trimestre está toda contratada. A concorrência de importadores globais foi superada pelo grande interesse brasileiro.

O fim do fenômeno La Niña ainda não trouxe alívio para o campo na América do Sul
O fim do fenômeno La Niña ainda não trouxe alívio para o campo na América do Sul
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