Pular para o conteúdo
TerraViva TerraViva®O site do agronegócio do leite desde 1995
Piracanjuba
Economia Selectus nº 6589

Indústria recua em oito de 15 locais pesquisados em janeiro frente a dezembro

Indústria - Com a variação negativa de 0,3% na indústria nacional em janeiro, na série com ajuste sazonal, oito dos 15 locais pesquisados pelo IBGE neste indicador apresentaram taxas negativas.

Fonte: Fonte: IBGE | Foto de capa: Imagem de saldahnae por Pixabay
Indústria recua em oito de 15 locais pesquisados em janeiro frente a dezembro

Os maiores recuos foram registrados no Rio Grande do Sul (-3,4%), São Paulo (-3,1%) e Mato Grosso (-2,0%). Rio de Janeiro (-1,0%), Santa Catarina (-1,0%), Pará (-0,4%), Paraná (-0,3%) e Bahia (-0,2%) completaram o conjunto de locais com resultados negativos. Já Espírito Santo (18,6%) e Pernambuco (17,3%) apontaram expansões de dois dígitos e as mais elevadas nesse mês. Região Nordeste (6,1%), Goiás (2,5%), Amazonas (2,4%), Ceará (1,5%) e Minas Gerais (0,6%) mostraram os demais resultados positivos nesse indicador.

Em relação à média móvel trimestral, cinco dos 15 locais pesquisados apontaram taxas negativas no trimestre terminado em janeiro, com destaque para Rio de Janeiro (-2,8%) e Pará (-1,8%). Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve a inclusão de três novos locais entre os investigados pela pesquisa: Rio Grande do Norte, Maranhão e Mato Grosso do Sul. Com o avanço de 0,3% do setor industrial do país nessa comparação, sete dos 18 locais apresentaram resultados positivos, com destaque para Amazonas (13,0%), Maranhão (11,5%) e Minas Gerais (9,8%).

No acumulado dos últimos 12 meses, o setor industrial recuou 0,2% e sete dos 15 locais pesquisados acompanharam o resultado negativo.

No recuo de 0,3% da produção industrial em janeiro, na série com ajuste sazonal, oito dos 15 locais pesquisados mostraram taxas negativas. Rio Grande do Sul (-3,4%), São Paulo (-3,1%) e Mato Grosso (-2,0%) assinalaram os recuos mais acentuados, com o primeiro eliminando o avanço de 1,9% verificado em dezembro de 2022; o segundo intensificando a queda de 0,8% registrada no mês anterior; e o último interrompendo dois meses consecutivos de expansão na produção, período em que acumulou ganho de 9,3%. Rio de Janeiro (-1,0%), Santa Catarina (-1,0%), Pará (-0,4%), Paraná (-0,3%) e Bahia (-0,2%) completaram o conjunto de locais com índices negativos em janeiro de 2023.

Por outro lado, Espírito Santo (18,6%) e Pernambuco (17,3%) apontaram expansões de dois dígitos e as mais elevadas nesse mês, com o primeiro voltando a crescer após recuar 5,2% no mês anterior; e o segundo eliminando parte da perda de 26,2% acumulada nos últimos quatro meses de 2022. Região Nordeste (6,1%), Goiás (2,5%), Amazonas (2,4%), Ceará (1,5%) e Minas Gerais (0,6%) mostraram os demais resultados positivos nesse mês.

O índice de média móvel trimestral para a indústria variou -0,1% no trimestre encerrado em janeiro frente ao nível do mês anterior, interrompendo a trajetória predominantemente ascendente iniciada em outubro de 2022. Cinco dos quinze locais pesquisados apontaram taxas negativas nesse mês, com destaque para os recuos mais acentuados assinalados por Rio de Janeiro (-2,8%) e Pará (-1,8%). Por outro lado, Paraná (7,3%), Espírito Santo (6,9%), Pernambuco (4,1%), Ceará (3,1%), Goiás (2,6%), Mato Grosso (2,3%), Região Nordeste (2,2%) e Bahia (1,7%) mostraram os principais avanços em janeiro de 2023.

Na comparação com janeiro de 2022, a indústria nacional avançou 0,3% em janeiro de 2023, com taxas positivas em sete dos 18 locais pesquisados. Vale citar que janeiro de 2023 (22 dias) teve um dia útil a mais do que igual mês do ano anterior (21). Nesse mês, Amazonas (13,0%), Maranhão (11,5%) e Minas Gerais (9,8%) assinalaram as expansões mais acentuadas.

A expansão no Amazonas foi impulsionada, principalmente, pelas atividades de outros equipamentos de transporte (motocicletas e suas peças e acessórios), bebidas (preparações em xarope para fins industriais para elaboração de bebidas), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (televisores, receptor-decodificador de sinais de vídeo e rádios para veículos automotores) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (gasolina automotiva, naftas e querosenes de aviação). No Maranhão, o avanço foi relacionado aos setores de celulose, papel e produtos de papel (celulose), bebidas (cervejas, chope e refrigerantes) e produtos alimentícios (pães, bolos e sobremesas prontas para consumo).

Já em Minas Gerais, o crescimento foi impulsionado pelas seguintes atividades: indústrias extrativas (minérios de ferro), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (óleo diesel, gasolina automotiva e betume de petróleo) e produtos alimentícios (produtos embutidos ou de salamaria e outras preparações de carnes de suínos, carnes e miudezas de aves congeladas, café torrado e moído, leite condensado e carnes de bovinos congeladas, frescas ou refrigeradas).

Mato Grosso do Sul (4,5%), Goiás (3,5%) e Rio de Janeiro (3,2%) também mostraram taxas positivas mais elevadas do que a média nacional (0,3%), enquanto Ceará (0,2%) completou o conjunto de locais com avanço na produção no índice mensal de janeiro de 2023.

Por outro lado, Mato Grosso (-14,6%), Rio Grande do Norte (-10,5%) e Bahia (-10,3%) tiveram os recuos mais intensos nessa comparação. Rio Grande do Sul (-7,7%), Espírito Santo (-6,5%), Região Nordeste (-5,3%), Santa Catarina (-4,9%), Pará (-4,6%), Pernambuco (-2,8%), São Paulo (-2,1%) e Paraná (-0,4%) mostraram os demais resultados negativos nesse mês.

O acumulado nos últimos 12 meses, ao variar -0,2% em janeiro de 2023, reduziu a intensidade de perda frente ao verificado nos meses de dezembro (-0,7%), novembro (-1,1%), outubro (-1,5%), setembro (-2,3%), agosto (-2,6%) e julho (-2,8%) de 2022. Em termos regionais, sete dos quinze locais pesquisados registraram taxas negativas em janeiro de 2023, mas nove apontaram maior dinamismo frente aos índices de dezembro de 2022. Ceará (de -4,9% para -2,9%), Pará (de -9,1% para -7,5%), Minas Gerais (de -1,3% para 0,1%) e Amazonas (de 3,8% para 5,1%) mostraram os principais ganhos entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, enquanto Mato Grosso (de 19,4% para 13,7%), Espírito Santo (de -8,4% para -9,7%) e Goiás (de 1,4% para 0,4%) assinalaram as maiores perdas entre os dois períodos.

Acesse aqui a matéria na íntegra

 

G100
Publicidade
Tirolez
Publicidade
Arla Foods Ingredients