INPC acumulado 2023: índice desacelera para 0,64% em março
INPC - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC teve alta de 0,64% em março, abaixo do registrado no mês anterior (0,77%).

Os produtos alimentícios registraram queda de 0,07% em março, após alta de 0,04% em fevereiro. Nos produtos não alimentícios, foi registrada alta de 0,87%, desacelerando em relação ao resultado de 1,01% observado em fevereiro.
Todas as áreas tiveram variação positiva em março. O menor resultado foi registrado em Belo Horizonte (0,26%), onde pesaram as quedas nos preços da batata-inglesa (-18,88%) e das frutas (-11,60%). A maior variação, por sua vez, ocorreu em Porto Alegre (1,37%), puxada pelas altas de 10,63% da gasolina e de 9,69% da energia elétrica.
O que é INPC?
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) foi elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1979 e é, até hoje, largamente utilizado pelo Governo Federal.
Este índice faz parte do grupo dos principais indicadores econômicos do país. Ele registra a oscilação dos preços do custo de vida de famílias que ganham de 1 a 5 salários mínimos por mês.
Como foi dito anteriormente, este índice é utilizado no cálculo de reajustes e negociações trabalhistas. Este importante parâmetro dita a variação do salário mínimo, do piso e do teto do INSS, além de pensões e afins.
O INPC registra, entre o 1º e o 30º dia do mês, a variação de 13 capitais brasileiras. São elas: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória.
Nove setores são responsáveis por compor este índice. Através de uma média aritmética ponderada, o INPC é extraído pela junção dos seguintes grupos: Alimentação e Bebidas, Transporte, Habitação, Saúde e Cuidados pessoais, Despesas pessoais, Vestuário, Comunicação, Artigos de residência e Educação.
















