IA e bem-estar: como esse mix pode otimizar retenção
Inteligência artificial - A Inteligência Artificial (IA) é o termo do momento, tanto em suas aplicações quanto os temores relacionados ao seu uso futuro. No varejo há muitos campos em que pode ser aplicado para otimizar processos, melhorar o engajamento com consumidores, otimizar recomendações, estoque, logística entre outros usos.

Mapeando a atratividade do consumidor sobre soluções com inteligência artificial, observamos que as que têm mais interesse estão em dois campos: o primeiro são soluções que diminuem fricções relevantes, como as que otimizam tempo e esforço do consumidor, além das que realizam recomendações assertivas e personalizadas.
O segundo são soluções que alavancam o bem-estar do consumidor, que melhoram sua saúde física e emocional.
Essas reações dos consumidores mostram que eles estão abertos ao “E-IA” (Emotional – Artificial Intelligence), soluções e aplicativos que realizam uma fusão dessas duas necessidades latentes, que não apenas otimizem a vida do consumidor, como que impulsionem emocionalmente. Essa combinação de diminuir fricções e ao mesmo empoderam o bem-estar do consumidor é uma forte zona de oportunidade.
É relevante observar que o foco não é simplesmente no campo de reconhecer emoções do consumidor e reagir a isso, mas de realizar ações que realmente fomentem o bem-estar de forma valiosa, contribuindo com uma melhora na sua qualidade de vida. Cada vez mais, os consumidores estão conscientes da importância da saúde e do bem-estar e esperam que as marcas integrem isso no seu propósito.
Consumidores conectados emocionalmente processam suas decisões muito mais rápido e com maior fidelização. Criar uma jornada de compra e relacionamento que consiga otimizar o humor, equilíbrio emocional, diminuir stress e melhorar aspectos de saúde e físicos, além de simplesmente vender um produto, pode levar a experiência de consumo e melhorar a retenção.
















