UR – AOEC anunciou paralisação
Protestos/UR – A assembleia geral da Associação dos Trabalhadores e Empregados da Conaprole (AOEC) recusou recusar a proposta da empresa, acusou de “impor novas formas de trabalho que não condizem com os acordos históricos entre a AOEC e Conaprole sobre novas tecnologias”.

O conflito que já dura várias semanas, e que levou a AOEC a adotar medidas sindicais de protesto desde terça-feira da semana passada (operação padrão e paralisações por turnos), tem como motivo um investimento de US$ 4,5 milhões que a Conaprole realizou em uma nova máquina de empacotamento de lácteos UHT e o modo de operá-la, uma tecnologia que começou a funcionar em janeiro deste ano na fábrica de Rodríguez, em San José.
Na localidade foi realizada uma assembleia na quinta-feira, o que provocou o atraso na captação de matéria-prima, já que existia apenas um funcionário de plantão durante a realização da assembleia que durou várias horas.
Isso fez com que fontes da Conaprole alertassem em declaração a El Observador, para a ocorrência de dificuldades de curto prazo para cumprir normalmente a recepção de leite e insumos e a liberação de produtos para o mercado interno.
Entre outras demandas, a AOEC decidiu exigir a reintegração imediata dos trabalhadores do setor de UHT da fábrica de Rodríguez; realizar três horas de paralisações semanais; realizar mobilizações; prejudicar as exportações; solicitar uma reunião urgente com o ministro do Trabalho; e solicitar reuniões com outros sindicatos de produtores no parlamento e outras autoridades regionais.
Aproveitou a assembleia para aprovar e convocar a 28ª Marcha do Silêncio, programada para este 20 de maio, em Montevidéu.
















