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Economia Selectus nº 6640

Nova taxa Selic: BC mantém a taxa de juros em 13,75% ao ano pela 7ª vez

Taxa Selic - Em sua quarta reunião de 2023, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), decidiu manter a taxa Selic em 13,75% ao ano, pela sétima vez seguida. A taxa Selic, também chamada de taxa básica de juros, é um dos termos de economia que praticamente todo brasileiro já ouviu falar.

Fonte: Fonte: Investimentos e Notícias | Foto de capa: Imagem de Photo Mix por Pixabay
Nova taxa Selic: BC mantém a taxa de juros em 13,75% ao ano pela 7ª vez

Ela é responsável pelos juros praticados na economia, além de ser um dos principais indicadores dos investimentos em Renda Fixa. Atualmente, a Selic é o principal meio do governo para controlar a inflação ou estimular a economia em momentos de recessão.

A determinação do índice da taxa Selic acontece nas reuniões do COPOM, que, normalmente, segue a seguinte lógica: se a inflação está alta, a tendência é o aumento da taxa Selic. O aumento da taxa básica de juros acaba incentivando os juros do mercado a subirem também. Com isso, o crédito para pessoas e empresas fica mais caro, resultando em uma queda no consumo. Com o consumo em baixa, os preços tendem a cair, levando também à queda da inflação.

Já no caso de inflação baixa, o COPOM tende a reduzir a taxa básica de juros, que leva também à queda dos juros no mercado. Dessa forma, o crédito fica mais barato estimulando as pessoas e as empresas a fazerem financiamentos e a comprarem a prazo. Esse processo aumenta a atividade econômica e a demanda por produtos, o que acaba por gerar uma alta de preços, fazendo a inflação subir.

O que se percebe no quadro econômico atual no Brasil é uma alta progressiva da inflação, o que tem resultado no aumento da taxa Selic a cada reunião do COPOM – em agosto, por exemplo, o Comitê aumentou a taxa em 0,5 ponto percentual, passando de 13,25% para 13,75%.

Esse cenário se mostra muito positivo para os investimentos que apresentam um rendimento de acordo com a Selic, como os já citados de Renda Fixa, uma vez que a taxa básica de juros possui uma relação direta com o CDI, índice utilizado na correção desse tipo de investimento, como os Certificados de Depósito Bancário e Letras de Crédito. Já em momentos de Selic baixa, a Renda Variável torna-se bem mais atrativa para os investidores. “Em geral, momentos de alta da Selic podem apresentar boas oportunidades na Renda Fixa. Nestes períodos, os títulos ligados ao CDI tendem a ter rendimento elevado e um baixo risco”, comenta Rodrigo Caetano, Analista de Investimentos da Toro.

Reunindo todas essas informações é possível afirmar que o momento atual se mostra muito positivo para os investimentos na Renda Fixa. Por esse motivo, os especialistas da Toro analisaram o mercado e formataram um relatório gratuito para facilitar a escolha e otimizar o tempo do investidor.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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