UR – Qual o produto lácteo mais exportado pelo Uruguai?
Exportações/UR – O faturamento gerado com as exportações uruguaias de produtos lácteos melhorou 4% nos primeiros sete meses de 2023, em comparação com o obtido em igual período do ano passado.

O dado positivo para as exportações em 2023 é que os lácteos ficaram em terceiro lugar no pódio uruguaio, atrás da celulose e da carne, conforme boletim elaborado pelo Instituto Nacional do Leite (INALE).
Considerando no conjunto das quatro principais categorias, entre janeiro e julho foram exportados US$ 505,8 milhões, com base nas informações da Alfândega.
Considerando o ingresso acumulado em 2023 com relação ao mesmo período do ano passado foram registrados os seguintes dados:
- Leite em pó integral: total US$ 331,7 milhões, aumento de 20%;
- Leite em pó desnatado: US$ 27,4 milhões, queda de 55%;
- Queijos: US$ 66,6 milhões, aumento de 10%;
- Manteiga: US$ 30,2 milhões, queda de 42%.
Se a leitura for feita em relação ao volume, de janeiro a julho foram 113.846 toneladas de lácteos e houve crescimento em comparação com o mesmo período de 2022. E as variações foram:
- Leite em pó integral: 88.026 toneladas, aumento de 27%;
- Leite em pó desnatado: 7;373 toneladas, baixa de 55%;
- Queijos: 12.773 toneladas, queda de 6%;
- Manteiga: 5.674 toneladas, queda de 42%.
O leite em pó integral continua sendo, de longe, o produto mais exportado em volume (77,3%) e valores (65,5%).
Em relação aos preços médios obtidos, no acumulado de 2023 até julho e, igual período do exercício anterior, houve queda de 6% para o leite em pó integral; e igual desempenho para o leite em pó desnatado, aumento de 17% para os queijos e caiu 1% para a manteiga.
Os destinos
O boletim do Inale revelou também que considerando os últimos 12 meses, os principais destinos foram Brasil (49%); Argélia (13%); Rússia (5%); China (4%) e México (3%).
O Brasil foi o principal destino para o leite em pó integral (55% do total embarcado), para leite em pó desnatado (77%) e para os queijos (21%), enquanto que a Rússia foi a maior compradora de manteiga (31%).
















