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Destaque Selectus nº 6726

Nova Zelândia – Um preço mínimo sendo restabelecido

Lácteos – Um delicado equilíbrio entre a oferta e a demanda persiste. O preço FOB dos leites em pó na Oceania mantiveram-se firmes em setembro de 2023 em comparação com o mês anterior, e o leite em pó integral (WMP) teve um pequeno aumento de 3%.

Fonte: Fonte: Rabobank – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Imagem de Michel van der Vegt por Pixabay
Nova Zelândia – Um preço mínimo sendo restabelecido

A desaceleração da produção global de leite pode, eventualmente, ter sido compatível com o fraco crescimento da demanda observado em muitas regiões, impedindo o declínio dos preços.

A produção de leite na Nova Zelândia se aproxima de um outro pico abaixo da média nesta temporada. O fluxo de leite nos três primeiros meses de 2023/24 mostram que a produção está pelo menos 2% abaixo à da temporada anterior, em termos de volume, diante da menor captação na Ilha Norte.

A demanda de lácteos pela China, até o momento, ainda não superou o forte crescimento da produção doméstica de leite. O RaboResearch prevê que o crescimento da oferta será mais suave neste final de ano e início do próximo, mas não ao ponto de alcançar o equilíbrio anterior do mercado.

O RaboResearch reduziu a previsão de produção de 2023 nas 7 grandes regiões exportadoras (Big 7). A oferta de leite deverá crescer não mais que 0,3% na comparação interanual, um rebaixamento em relação à expectativa anterior que era de 0,5%. O oferta de leite das Big 7, em 2024, não deverá ultrapassar 0,4%, bem longe da média anual registrada entre 2010 e 2020, que foi de 1,6%.

O RaboResearch acredita que será possível um efeito mola, e que provavelmente, a demanda emergirá antes da produção global de leite se recuperar. Existe o risco de a confiança dos compradores aumentar e os consumidores voltarem a adquirir produtos em massa. Aí, o mundo poderá ficar sem leite, criando um caminho mais otimista para 2024.

É preciso ficar de olho nos preços do petróleo cru, que recentemente chegou ao maior nível dos últimos dez meses. Os cortes de produção na Arábia Saudita restringiram a oferta. Pode haver ganhos nos países produtores, mas, aumentariam os custos em outras regiões, alterando o poder de compra e as tendências da demanda.   

Acesse aqui a matéria na íntegra

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