No acumulado do ano, as importações de produtos lácteos batem todos os recordes dos últimos 23 anos
Importações – Em dólares, assim como os brasileiros de produtos lácteos, no mês de outubro de 2023, recuaram 8,9% na comparação interanual, mas subiram 13,3% em relação ao mês de setembro.


No acumulado do ano, até o mês de outubro, cresceram 65,6% na comparação com o mesmo período de 2022, em valores, e 72,6% em volume.

Em outubro de 2022 as compras de produtos lácteos bateram o recorde de até então, em valores, embora não tenham superado as importações em equivalente litros de leite de 2016 e 2017. Esta defasagem se explica pelo preço médio das importações, que em 2016 e 2017 foram respectivamente de US$ 2.643/tonelada e US$ 3.279/tonelada.

O preço médio, até outubro de 2023 é de US$ 4.005/tonelada. Vale destacar que os preços de importação dos produtos lácteos caíram. Em 2022, o preço médio foi de US$ 4.141 a tonelada, fazendo com que as importações subissem 65,6%, em dólares, e 75,7% em equivalente litros de leite de 2022 para 2023.

As importações de 2023 batem todos os recordes deste século - valores, volumes e equivalente litros de leite. E isso decorre do aumento de quase 100% das compras de leite em pó integral em relação às compras realizadas nos últimos cinco anos.

E também do crescimento consistente das importações de queijos.

O Brasil é abastecido pelos países vizinhos. Argentina, Uruguai e Paraguai, juntos, são responsáveis por 95% dos volumes importados de produtos lácteos, correspondentes a 93% dos gastos brasileiros com importações.

As transações com produtos NCM 0402 são predominantes em nosso comércio exterior, mas principalmente nas importações, respondendo por 71% do volume de lácteos importados. Os queijos, NCM0406 estão em segundo lugar, com participação de 15%.
















