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Primeiro-ministro diz que Tunísia pode crescer 3% em 2024

Tunísia - A economia da Tunísia poderá crescer 3% em 2024 com medidas e reformas que estão sendo implantadas pelo governo, afirmou nesta sexta-feira (17) em uma sessão plenária o primeiro-ministro Ahmed Hachani.

Fonte: Fonte: Agência De Notícias Brasil-Árabe | Foto de capa: Imagem de kirill_makes_pics por Pixabay
Primeiro-ministro diz que Tunísia pode crescer 3% em 2024

No encontro com parlamentares, ele afirmou que o país está adotando medidas como a reforma no sistema bancário para “melhor servir” pequenas e médias empresas (na imagem acima, usina de fertilizantes em Gabes).

Hachani citou, como outras medidas do governo, o esforço para “integrar a economia informal em um circuito organizado” reduzindo a informalidade e adotar medidas legislativas e regulatórias “adequadas” para encorajar o investimento e promover melhorias da situação econômica do país.

Segundo informações da agência de notícias estatal Agence Tunis Afrique Presse (TAP, na sigla em francês), o primeiro-ministro afirmou que a Tunísia está comprometida em implantar as reformas previstas sem impactar a situação das pessoas de baixa e média renda e preservando a paz social. Hachani afirmou também que o país precisa promover a inclusão das pessoas no sistema bancário como forma de garantir acesso aos sistemas financeiros e postal naquela que é considerada, segundo as informações da TAP, a melhor forma de alcançar a inclusão social.

Investimentos caem 5,1%

Também nesta sexta-feira, a Autoridade Tunisiana de Investimentos (TIA, na sigla em inglês), anunciou que o país recebeu o equivalente a US$ 1,44 bilhão em investimentos nos primeiros nove meses deste ano, uma queda de 5,1% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Mesmo com esta queda, afirma a TIA, o montante recebido contribuiu para a geração de 63,9 mil empregos. Ainda segundo as informações da TIA, o volume de investimentos em novas operações foi “muito maior” do que aquele destinado para expansão de atividades econômicas. Indústria, agricultura, serviços e energia renovável foram, nesta ordem, os setores que mais receberam investimentos até setembro.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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