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Especiais Selectus nº 6763

Itália – Uma viagem à mesa entre as pequenas iguarias lácteas DOP

Natal DOP – Uma linha vertical de queijos de Denominação de Origem Protegida (DOP) atravessa a Itália, desde a Provola dei Nebrodi siciliana com limão verde à Formaggella del Luinese dos Pré-Alpes de Varese, para descobrir as preciosas tradições lácteas locais.

Fonte: Fonte: Terra&Gusto – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Photo by Giuseppe Famiani on Unsplash
Itália – Uma viagem à mesa entre as pequenas iguarias lácteas DOP

É o verdadeiro convite à degustação que foi proposto pelo ‘Think Milk, Taste Europe, Be Smart’, um projeto promovido pelo Setor de Laticínios da Aliança de Cooperativas, implementado pela Confcooperative e cofinanciado pela Comissão Europeia.

Valentina Bergamin, melhor provadora da Itália de 2019 e membro do Guia Internacional de Queijos, irá liderar essa jornada para entender as pequenas produções de excelência que, graças ao trabalho cooperativo, contribuem para dar distinção ao patrimônio gastronômico. “É uma linha de sabores que deve ser contada antes mesmo de ser degustada – explica Bergamin – um modo de transformar as festas de Natal e Ano Novo em momentos de convivência não somente de sabores, mas também de saberes, através de histórias que permitam traçar a identidade de cada queijo”.

Partindo do sul da Itália, está a Provola dei Nebrodi siciliana, a massa filada produzida com leite de vacas locais, que contém um limão verde que oferece notas cítricas e refrescantes. Passamos para a Formaggella del Luinese, obtida de leite cru de cabras de raças de prestígio criadas principalmente na zona norte da província de Varese; é um queijo gordo de massa semidura e de curta maturação que conserva todas as nuances do território. A linha prossegue para a Lombardia com o “Salva Cremasco”, queijo fresco de massa crua, de sabor intenso e aromático, preparado com leite de vaca integral, curado, produzido somente na primavera quando as vacas produzem mais e há necessidade de guardar o leite, ao qual se deve o seu nome. O lugar de honra também vai para o pecorino, presente em muitas regiões. Ao Centro o Pecorino dele Balze Volterrane com seu sabor vegetal, devido ao coalho feito de inflorescências de cardo selvagem, ou o Pecorino de Farindola, em que o leite de ovelha se transforma em queijo graças ao coalho de porco. A viagem se encerra com um queijo azul, como o Strachitunt que da união de duas massas: a fria da manhã e a quente da tarde que, ao se repelirem, formam bolsas de ar, dentro das quais se encontra o característico mofo verde-azulado, com sabor intenso e aroma inconfundível de vegetação rasteira de outono e cogumelo fresco.     

Acesse aqui a matéria na íntegra

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