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Especiais Selectus nº 6777

AR – A produção de leite continuará caindo

Produção/AR – Segundo o Observatório da Cadeia Láctea Argentina (OCLA), a seca foi a principal causa da queda de 2% na produção de leite de 2023, em relação a 2022.

Fonte: Fonte: Infocampo – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Photo by Alvaro Reyes on Unsplash
AR – A produção de leite continuará caindo

Segundo dados preliminares, a produção alcançou 11.325,6 milhões de litros, o que significou perda em relação aos 11.557,4 milhões produzidos em 2022.

Um impacto considerável na produção de leite foi a elevação generalizada dos custos diante da inflação e do contexto geral da economia do país.

No mês de dezembro de 2023 a produção foi de 951,2 milhões de litros de leite, 5,3% menos do que no mês anterior (-8,3% na média diária) e 7,7% menos em relação ao mesmo mês de 2022 .

AR – A produção de leite continuará caindo

De um modo geral, argumenta-se que dezembro é um período de baixa produção e é normal haver queda entre 5 e 6% em relação a novembro. No entanto, no ano passado, o mês de dezembro superou todos os recordes, alcançando uma perda de 8%.

Queda nas expectativas em 2024

Com 25 indústrias de laticínios processando 50% do leite do país, o OCLA projeta mais queda de produção para 2024.

O prognóstico projeta uma recuo anual de -2,8%, alcançando a produção de 2024 o volume de 11.008,2 milhões de litros de leite.

A projeção para 2024 foi elaborada com base nos dados disponíveis.

“As condições de alta volatilidade e incerteza que seguramente caracterizam o ano em curso, podem gerar importantes alterações nos números projetados, e que serão ajustados à medida que forem ocorrendo”, dizem os analistas do OCLA.

AR – A produção de leite continuará caindo

Para ponderar como exemplo, no ano passado a estimativa inicial para 2023 era de uma queda de 0,73%, e pelos fortes efeitos da seca houve uma revisão, em março de 2023, que projetou uma variação interanual de -4,7%, que acabou se confrontando com o dado real de -2,0%.

Isto marcaria o segundo ano consecutivo de perda e uma aceleração da taxa de queda em relação ao ano anterior.

As margens dos produtores foram submetidas a uma pressão substancial devido à desvalorização da moeda, que elevou o custo dos alimentos concentrados e dos insumos importados pelos produtores. Espera-se que estes aumentos de preço reduzam a produção por vaca durante o ano.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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