Marcas brasileiras chega ao exterior pelo e-commerce
E-commerce – As empresas brasileiras estão encontrando na comercialização via plataformas na internet, o e-commerce, uma forma ágil de chegar ao mercado internacional. Marcas novatas como a mineira Coffee ++, nasceram digitais, fazendo por via virtual o caminho para alcançar o consumidor estrangeiro. Mas como utilizar o comércio eletrônico para exportar? Especialistas descrevem um cenário de processos um tanto quanto simples, mas recomendam cuidar bem de áreas como a logística, a tecnologia e o marketing digital.

Criada em 2020, a Coffee ++, de cafés especiais, começou sua trajetória de comercialização na internet pelo mercado interno. A empresa surgiu com e-commerce próprio e foco em vender para consumidores brasileiros. Dois anos depois, passou a exportar seus produtos para os Estados Unidos por meio de e-commerce da Amazon.
“Historicamente existem mais barreiras para vender no Brasil em lojas físicas do que lojas on-line. Por isso, desde o começo atendemos de forma on-line para chegar a mais pessoas”, explica o diretor de E-commerce da Coffee ++, Tiago Alvisi.
No site da empresa são vendidos quatro tipos de produtos: café moído, café em grãos, café em cápsula e drip café, um sachê unitário do produto que pode ser coado na hora. A matéria-prima é comprada de fornecedores nacionais, a produção é feita com parceiros do Coffe ++ e a estratégia de compra, marketing e venda é da equipe da empresa.
Depois de atender todos os estados brasileiros, ser vendida em grandes redes de supermercados como a St. Marche, a marca passou a ser revendida em vários e-commerces no Brasil, como Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magazine Luiza e Americanas. Para manter uma certa fidelidade ao site próprio, o serviço das vendas do clube de assinaturas, que garante brindes e descontos, não é disponibilizado em outros e-commerces fora o da própria empresa.
“Vendemos em outros sites porque gostamos de dar opções para os clientes comprarem. Tem comprador que só compra na Amazon e comprador que só usa o Mercado Livre, por isso esses e-commerces acabam servindo de ferramenta de marketing para que outras pessoas conheçam a nossa marca. Respeitamos o preço para que o produto não seja muito maior ou muito menor em um determinado e-commerce”, diz Tiago.
















