De acordo com o NOAA, El Niño está no final e La Niña volta no inverno
Leite/América do Sul – O clima está relativamente propício, em algumas importantes regiões produtoras de leite da América do Sul, durante os meses quentes de verão. O fenômeno El Niño trouxe chuvas muito necessárias para algumas áreas, mas a produção de leite da Argentina continua a ser prejudicada pela seca e pelo calor.

Como a expectativa é de que os padrões de tempo neutros surjam no curto prazo, os produtores argentinos têm esperança de que o aumento das chuvas proporcione melhores pastagens e outras forrageiras para alimentar o rebanho. De acordo com o Serviço Nacional Oceânico e Atmosférico (NOAA, sigla em inglês), o fenômeno La Niña retornará em algum momento nos meses de inverno no Hemisfério Sul, depois de um breve hiato neutro.
No Brasil, a produção de leite melhorou em 2023, de acordo com alguns relatórios já divulgados. A expectativa é de que esta tendência continue, se o clima cooperar, já que o país continua em busca da autossuficiência de leite e capacidade de processamento. Dados preliminares deste início de 2024 indicam que não está havendo desaceleração das importações. Em janeiro, os volumes importados dos principais produtos lácteos, como queijo, leite em pó integral e desnatado aumentaram consideravelmente em relação aos anos anteriores. A produção de leite também aumenta, mas em percentuais bastante modestos na comparação interanual.


















