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Globalização E Mercosul Selectus nº 6906

Exportação aos árabes cresceu 26% no semestre

Exportação Árabe - As exportações brasileiras para o mercado árabe cresceram 25,8% no primeiro semestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, com US$ 11,2 bilhões, segundos dados divulgados nesta quarta-feira (31) pela Câmara de Comércio Árabe Brasileira . O percentual de crescimento está bem acima dos obtidos nas exportações do Brasil como um todo, que avançou 1,4% na mesma comparação.

Fonte: Fonte: Agência De Notícias Brasil-Arabe | Foto de capa: Imagem de jakman1 por Pixabay
Exportação aos árabes cresceu 26% no semestre

Na avaliação da Câmara Árabe, o avanço nas vendas para os países da Liga Árabe é um indicativo da resiliência econômica da região, principalmente dos países do Golfo, que vêm se esforçando para manter as economias aquecidas, inclusive remanejando recursos internos e buscando dinheiro internacional para preservar o ritmo dos investimentos estatais para a transição econômica rumo à era pós-petróleo.

O crescimento das exportações aos árabes mostra que as principais economias da Liga Árabe seguem aquecidas, demandando alimentos para consumo próprio e para atividades de reexportação, que são componente importante das economias do Golfo atualmente, além de minério de ferro, usado em projetos de infraestrutura”, afirmou em material divulgado o secretário-geral da Câmara Árabe. Tamer Mansour.

O principal produto exportado pelo Brasil ao mundo árabe de janeiro a junho foi o açúcar, seguido de carne de frango, minério de ferro, carne bovina e soja. Houve aumento em todos esses produtos, exceto na soja. A exportação da carne bovina, por exemplo, dobrou. O açúcar também teve crescimento de 61%, segundo dados do Departamento de Inteligência de Mercado da Câmara Árabe. O maior mercado do Brasil entre os árabes foi Emirados Árabes Unidos, seguido de Egito, Arábia Saudita, Argélia e Iraque.

As importações

Na outra mão, o Brasil importou dos países árabes US$ 4,7 bilhões em produtos no primeiro semestre deste ano, com queda de 8,1% sobre igual período de 2023. Os principais produtos adquiridos foram petróleo, gás de petróleo e fertilizantes, já tradicionais na pauta. Os grandes fornecedores foram Arábia Saudita, Emirados, Argélia, Marrocos e Egito. Com isso, a corrente comercial somou US$ 16 bilhões.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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