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Especiais Selectus nº 6912

Os lácteos ficaram firmes em julho

Lácteos/NZ – De acordo com o relatório mensal do agronegócio do Rabobank, o setor lácteo na Oceania, no mês de julho, foi um mês típico, com poucos negócios no mercado de commodities lácteas. De um modo geral, o complexo encerrou o mês em ligeira baixa. Os fundamentos mundiais permanecem bem equilibrados, mantendo a direção dos preços para um nível neutro.

Fonte: Fonte: Rabobank \Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Imagem de Roland Mey por Pixabay
Os lácteos ficaram firmes em julho

O início da temporada 2024/2025 está sendo mista. No mês de junho a variação interanual foi de -2,2% em termos de sólidos do leite e de -1,1% em litros. Os produtores ficaram sob pressão nos seis primeiros meses do ano civil, em decorrência dos preços do leite e das condições adversas de tempo na Ilha Sul.

Os mercados estão atentos às condições do tempo, já que o pico sazonal de produção se aproxima.

Enquanto isso, na Austrália, a recuperação da oferta na temporada 2023/2024 continua, e até o final de maio de 2024, a produção nacional de leite já era 3% superior na comparação com o período anterior.

A oferta do leite foi ampla e cresceu em todos os estados e regiões, com exceção do Oeste de Victoria.

O volume de produtos lácteos exportados pela Nova Zelândia nos primeiros seis meses do ano calendário foi ligeiramente superior na comparação interanual. De janeiro a junho de 2024, em termos de volume, as exportações aumentaram 1,3%, em relação aos seis primeiros meses de 2023. Os maiores embarques para os Estados Unidos, Filipinas e Malásia compensaram a queda das remessas para o Vietnã, Coréia e Austrália, em relação ao mesmo período do ano anterior.

O valor total das exportações de produtos lácteos pela Nova Zelândia totalizou NZ$ 11,6 bilhões representando declínio de 3,6% na comparação com o período correspondente do ano passado.

O Rabobank recomenda ficar de olho na demanda de lácteos. Muitas economias dão sinais de melhora. A recuperação varia, e até certo ponto, ainda é lenta, mas existe a expectativa de que irá crescer. A dinâmica da demanda chinesa é fundamental para o preço do leite ao produtor local, principalmente a partir da próxima semana, quando a produção neozelandesa começar a aumentar.   

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