Seca afeta produção de leite, pressiona custos e já se reflete no preço
Pastagens em MG, SP e GO são afetadas pela falta de chuvas, o que amplia necessidade de suplementação da alimentação do gado leiteiro. Diante da oferta abaixo do esperado, o valor pago pela indústria pelo leite captado em agosto teve alta de 1,7%, segundo a Scot

Os lácteos, que já andam mais caros nas gôndolas dos supermercados, podem ficar ainda mais. O período seco mais extenso no Centro-Sul do Brasil, onde está grande parte da produção nacional de leite, afetou a captação da matéria-prima pelos laticínios, que já pagaram mais por ela no último mês. Esse cenário reflete a falta de chuvas que afeta as pastagens nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás, as três principais bacias leiteiras do Centro-Sul.
De acordo com levantamento da Scot Consultoria, a captação de leite nesses Estados subiu 0,7%, 1,7% e 1,8%, respectivamente, em agosto. O desempenho ficou bem abaixo da previsão inicial que era de crescimento entre 4% e 5%, segundo a analista Juliana Pila.
















