A China lidera a queda do superávit da balança comercial
O acordo assinado entre a China e os Estados Unidos em 10 de junho não afasta as incertezas sobre os rumos do comércio mundial associadas ao governo Trump

O acordo de 10 de junho deixou claro que as tarifas são usadas como instrumento de barganha para alcançar outros objetivos. A China, além das tarifas, havia informado que iria proibir as exportações de terras raras para os Estados Unidos, um insumo essencial para as baterias elétricas e outros produtos. Ao mesmo tempo, Trump havia anunciado a revogação de vistos para estudantes chineses morando nos Estados Unidos. Ambos os países tinham ativos para serem barganhados, o que acabou ocorrendo. São poucos países, entretanto, que tem esse poder face às demandas dos Estados Unidos.
















