O efeito do tarifaço em agosto não deve se repetir na mesma intensidade nos próximos meses
O efeito do tarifaço em agosto não deve se repetir na mesma intensidade nos próximos meses pela primeira vez desde abril de 2024, as importações registraram queda, em valor, na comparação interanual mensal (-2,0%)

2. O aumento das exportações coincide com o início da vigência do tarifaço de Trump que levou a uma queda das exportações para o país em valor (-18,5%) e volume (-15,4%). Compensou essa queda o aumento de exportações para a China (34,6%, em volume) e para a Argentina (45,7%, em volume). No caso da China, com um desempenho com variações negativas ou abaixo de 11% até julho, o aumento das exportações de soja puxou a retomada do crescimento. Na Argentina, o desempenho favorável já ocorria desde o início do ano. Não é provável que se repitam os percentuais de variação de agosto.
















