BRICS pode ganhar três novos aliados estratégicos da América do Sul: Argentina, Paraguai e Uruguai sinalizam interesse, miram investimentos bilionários, exportações em alta e querem romper dependência de potências tradicionais como EUA e Europa.
Movimentações diplomáticas reacendem debate sobre BRICS, Mercosul e busca por novos mercados globais, em meio a incertezas econômicas, acordos comerciais em negociação e estratégias regionais para ampliar exportações, atrair investimentos e reduzir dependência histórica de parceiros tradicionais.

Enquanto a discussão ganha espaço em análises e declarações pontuais, os fatos confirmados indicam um cenário mais fragmentado: a Argentina foi convidada a ingressar no BRICS como membro pleno, mas o presidente Javier Milei comunicou oficialmente, em dezembro de 2023, que o país não entraria no grupo; no caso uruguaio, o governo brasileiro convidou o Uruguai para participar de uma reunião de cúpula do BRICS em 2025; já sobre o Paraguai, há menções de interesse atribuídas a declarações diplomáticas, sem anúncio público de adesão ou pedido formal.
















