Alta dos fertilizantes reacende debate sobre bioinsumos, ainda um mercado de nicho no Brasil
O conflito no Oriente Médio expôs a dependência que o agronegócio brasileiro tem dos fertilizantes importados.

Em especial dos nitrogenados, que enfrentam forte alta de preços desde o início de março. "Temos duas rotas (químicos e biológicos) que não são necessariamente competitivas, elas são complementares. A partir do momento em que a gente consegue suprir pelo menos parte da demanda por fertilizantes, isso já começa a gerar empregos localmente, gerar desenvolvimento e findar essa dependência", afirma o economista João Marcelo Fernandes Abbud, especialista em financiamento climático do Instituto E+ Transição Energética e um dos autores do artigo "Bio-inputs for agriculture in Brazil: why can’t the alternative become mainstream?", publicado recentemente.
















