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Destaque Selectus nº 7373

“Não queremos ser a última geração a comer Parmigiano Reggiano”

Alerta do executivo do setor, diante do calor extremo na Itália.

Fonte: Apresentação: Terra Viva Foto de capa: Max Nayman on Unsplash
“Não queremos ser a última geração a comer Parmigiano Reggiano”

“Não queremos ser a última geração a comer Parmigiano Reggiano.” O alerta é de Paolo Ganzerli, diretor internacional de vendas da GranTerre, um dos maiores grupos agroalimentares da Itália, em entrevista concedida à Reuters. A declaração resume a preocupação crescente do setor diante das ondas de calor extremo que atingem o país e ameaçam um dos produtos mais tradicionais e valorizados da gastronomia italiana.

Com temperaturas que ultrapassam os 40°C neste verão de 2026, os produtores enfrentam uma combinação de desafios que afeta desde o bem-estar dos animais até os custos de armazenamento do queijo. O calor intenso faz com que as vacas leiteiras comam menos, sofram mais estresse térmico e produzam menos leite. Segundo representantes do setor, a queda na produção pode chegar a 10% durante os períodos mais quentes.

Acesse a matéria na íntegra  

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