Divisas com a exportação uruguaia de lácteos cresceram 6%
Ultrapassaram a barreira de US$ 500 milhões.

No
decorrer de 2026 o faturamento com exportações de produtos lácteos, pelo
Uruguai, foi 6% superior ao registrado de janeiro a julho de 2025, totalizando
US$ 539 milhões, informou o Instituto Nacional do Leite (Inale).
Considerando
os quatro produtos principais, aumentou o faturamento com a exportações de
leite em pó integral, leite em pó desnatado e manteiga. Mas houve queda na
remessa de queijos.
Em
volume, houve crescimento nos embarques de leite em pó integral e manteiga,
enquanto caíram as vendas de leite em pó desnatado e queijos.
Os dados
da análise do Inale
O
faturamento gerado pelas exportações uruguaias de lácteos é uma referência de
grande importância – e não apenas para a agroindústria de laticínios -, visto
que em 2025, esse segmento ficou no quarto lugar no ranking dos produtos
exportados pelo Uruguai, atrás da carne bovina, celulose e soja.
Valores
e variações de janeiro a julho de 2026/janeiro a julho/2025:
- Leite
em pó integral: +11%; US$ 366 milhões
- Leite
em pó desnatado: +4%; US$ 33 milhões
-
Queijos: -1%; US$ 50 milhões
-
Manteiga: +1%; US$ 42 milhões
Volumes
e variações de janeiro a julho de 2026/janeiro a julho/2025:
- Leite
em pó integral: +21%; 99.709 toneladas
- Leite
em pó desnatado: -1%; 9.834 toneladas
-
Queijos: -3%; 9.928 toneladas
-
Manteiga: +17%; 7.425 toneladas
Preços e
variações de janeiro a julho de 2026/janeiro a julho/2025:
- Leite
em pó integral: -8%; US$ 3.797/tonelada
- Leite
em pó desnatado: +5%; US$ 3.478/tonelada
-
Queijos: +1%; US$ 5.149/tonelada
-
Manteiga: -13%; US$5.386/tonelada
Os
preços de julho de 2026, comparados com os de dezembro de 2025, tiveram as seguintes
variações:
- Leite
em pó integral: +26%
- Leite
em pó desnatado: -10%
-
Queijos: +1%
-
Manteiga: -21%
Principais
países importadores: Brasil e Argélia
Concluídos
os dois trimestres iniciais de 2026, sempre com base na análise do Inale,
tiveram dois mercados liderando de janeiro a junho (em valores).
De
janeiro a março o Brasil foi o líder com participação de 32%, seguido por: Argélia
(29%); México (4%); Arábia Saudita (4%) e Mauritânia (3%).
No
período seguinte, abril a junho, o Brasil liderou com 31%, seguido por: Argélia
(29%); Egito (4%); México (4%); e Nigéria (4%).
Fonte: El
Observador Tradução livre: www.terraviva.com.br
















