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Especiais Selectus nº 7402

Produção de leite dos EUA aumentou 2,2%, em julho, na comparação interanual

Totalizou 20,1 bilhões de libras, aproximadamente 9,1 milhões de toneladas.

Fonte: Apresentação: Terra Viva Imagem de capa: Deny Hill on Unsplash
Produção de leite dos EUA aumentou 2,2%, em julho, na comparação interanual

A produção de leite dos Estados Unidos da América (EUA) registra mais um mês de crescimento sólidos, em julho, com a produção nacional alcançando 20,1 bilhões de libras – um resultado 2,2% superior ao de julho de 2025 – sinalizado que o setor mantém uma firme trajetória de expansão, apesar das incertezas do mercado.

O relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) de julho reforça o padrão que tem definido 2026: estabilidade no crescimento do rebanho, ganhos de produtividade e a oferta de leite atendendo a demanda doméstica e a expansão das oportunidades de exportação.

O rebanho continua crescendo

Talvez o indicador mais significativo de julho seja o tamanho do rebanho. O número total de cabeças chegou a 9,71 milhões, o que representa 199 mil cabeças a mais em relação a julho de 2025. Isso representa mais de 2% de aumento, uma expansão significativa, quando muitos analistas previam consolidação com queda no número de animais.

Nos 24 estados de maior produção, o rebanho contabilizado foi de 9,27 milhões de cabeças, aumento de 185 mil em relação ao ano passado. Na comparação mensal, entre junho e julho o acréscimo, nesses estados, foi de 2 mil cabeças, sugerindo que os produtores estão mantendo níveis elevados de rebanho, em vez de expandir significativamente, no curto prazo.

Modestos ganhos de produtividade, porém consistentes

Embora a expansão do rebanho tenha representado a maior parte do aumento da produção de julho, a produtividade animal também contribuiu – ainda que de forma mais modesta.

A produtividade animal dos EUA atingiu a média de 2.075 libras em julho, apenas 3 libras a mais em relação a julho de 2025. Nos 24 principais estados produtores, a média foi de 2.093 libras, 5 a mais na comparação interanual.

O ganho percentual pode parecer pequeno, as eles refletem o contínuo melhoramento genético, os programas de aprimoramento de nutrição e práticas de manejo que seguem ampliando os limites orgânicos da capacidade de produção sustentável das vacas leiteiras.

É importante ressaltar que a produtividade animal no mês de julho ocorreu mesmo durante um mês típico de estresse térmico que impacta o rebanho em muitas regiões. Superar os números do ano anterior indicam que os sistemas de resfriamento foram aprimorados, melhores estratégias de mitigação do calor foram adotadas e um manejo cuidadoso do rebanho que geram resultados positivos.

Matéria na íntegra.

Fonte: Dairy Herd       Tradução livre: www.terraviva.com.br

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