Inteligência artificial exige mudança radical e revisão das estratégias no agro
A inteligência artificial (IA) começa a produzir efeitos que vão além dos ganhos de produtividade, mas ainda são poucos os negócios que realmente colhem o potencial máximo da tecnologia. “Muita gente pensa que inteligência artificial é mais uma tecnologia da classe digital, que é só aprender a usar e vai dar tudo certo

Segundo Meira, a IA não deve ser tratada como ferramenta para fazer mais rápido o que já se faz. “Ela muda o trabalho, as competências, a gestão e, potencialmente, o próprio negócio”, diz. Para ele, tecnologias de propósito geral, como a IA, destroem mercados. “São tecnologias de destruição criativa, que tornam irrelevante uma parte significativa do que a gente sabe fazer”, afirma. Desta forma, se a demanda do mercado muda “completamente”, os negócios e as pessoas “têm de mudar completamente”, acrescenta o cientista.
















