A mudança nos hábitos de consumo de laticínios está moldando o futuro da Fonterra
“Querem comida com mais gordura para dar sabor e proteína para torná-la nutritiva”.

O
diretor da Fonterra, Richard Allen, afirma que a forma como as pessoas estão
consumindo lácteos está mudando e que a cooperativa precisa se adaptar a essa
nova realidade.
Em uma
breve entrevista concedida logo após o anúncio do último resultado anual da
Fonterra, Allen disse que a cooperativa está observando as mudanças globais no
consumo de lácteos. Resume dizendo que “os consumidores querem mais gordura
na comida para melhorar o sabor e mais proteína para torná-la mais nutritiva. E
existem grandes oportunidades nos dois aspectos”.
Segundo
Allen, a divisão de ingredientes apresentou lucro operacional de
US$ 1,293 bilhão no ano fiscal encerrado em 31 de julho.
Esse desempenho está ligado à forte demanda global por proteínas, preços
favoráveis e decisões sobre o mix de produtos.
O lucro
líquido da divisão de food service foi de NZ$ 547 milhões, impulsionado pelo
aumento do volume e preços em todas as categorias e mercados.
O grupo
Fonterra reportou lucro operacional total de NZ$ 3,4 bilhões, aumento de NZ$
1,7 bilhão em relação ao ano anterior, incluindo o ganho de NZ$ 1,2 bilhão
correspondente à venda da marca de consumo Mainland. O lucro líquido
alcançou NZ$ 2,6 bilhões no exercício financeiro encerrado em 31 de julho,
representando aumento de 142% em relação ao resultado de NZ$ 1,07 bilhão do
exercício 2024/2025.
Fonte: interest.co.nz
Tradução livre: www.terraviva.com.br
















