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Economia

O Rabobank adverte sobre a concorrência acirrada

Em 2014 houve intensos investimentos por indústrias de laticínios asiáticas, principalmente da China na Nova Zelândia e Austrália. No entanto o Rabobank alerta sobre o aumento das exigências chinesas para as importações e grandes indústrias de laticínios na Ásia não significa segurança. O recente relatório “Magnético Leite - grande redução dos investimentos em laticínios”, os analistas do Rabobank focam nos investimentos estrangeiros no setor lácteo da Nova Zelândia como garantia de acesso ao leite cru e ingredientes de fórmulas infantis. A coautora do relatório, e diretoria de Pesquisas em Laticínios do Rabobank para a Nova Zelândia e Ásia, Hayley Mounihan diz que a busca por grandes volumes de leite de alta qualidade e seguros, está reduzindo aos menores níveis os investimentos em produtos lácteos. “A expectativa é de que entre 2014 e 2020, juntos, China e Sudeste Asiático sejam responsáveis por quase um terço do aumento das importações globais de lácteos”, diz Moynihan. “Para o setor lácteo da Nova Zelândia e da Austrália – a chamada Oceania – tem acesso preferencial ao mercado, reputação de qualidade e proximidade geográfica, possuindo magnetismo na atração de investimentos para a região, e isto continuará a ocorrer”. Com o crescimento da demanda na Ásia, a expectativa é de que esta ultrapasse a oferta local disponível, e no médio prazo, deverá impulsionar o comércio mundial. Muitos exportadores de lácteos da Nova Zelândia e da Austrália estão se posicionando para a Ásia, diz o relatório do Rabobank.

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