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As exportações de produtos lácteos subiram na 4ª semana de abril
Nos
quatro meses de 2026, as exportações de produtos lácteos subiram 11%, em
relação ao mesmo período do ano passado.
Em
valores, o aumento foi de 18% na comparação com abril de 2025. Porém recuaram 9%
em relação ao faturamento registrado em março de 2026.
A
categoria Leite, responsável por 76,8% das divisas com as exportações de
lácteos, foi a que apresentou o maior crescimento interanual, 24%.
Em
relação ao mês anterior subiu 3%.
As
categorias Queijo e Leite tiveram desempenhos opostos no mês de abril. Enquanto
as exportações de Leite subiram ligeiramente e as importações se afastaram dos
elevados níveis do mês de março, os valores gastos com as compras de Queijo
subiram 69% em relação ao mês anterior, e as exportações caíram 2%.
Em
volume, a divergência é ainda mais acentuada. O volume médio diário com a
importação de Leite mesmo elevado, caiu 20% na comparação com
o mês anterior e registrou crescimento de 23% na comparação interanual.
Os
Queijos seguiram sentidos opostos. O volume médio diário exportado caiu 32% e
27% na comparação mensal e interanual, respectivamente, enquanto o volume médio
diário importado subiu 83% e 54%, nas mesmas comparações.
Com
isso, as exportações da categoria encontram-se nos menores patamares
históricos, enquanto o volume médio diário é o segundo maior desde 2021.
Os
preços médios de exportação e exportação continuam distantes uns dos outros, embora
no mês de abril tenha havido um excepcional aumento no preço médio de
exportação de Queijo, que cresceu 34% em relação ao preço médio de um ano
atrás.
Mas,
como o volume médio diário exportado despencou, o impacto foi quase nulo no
resultado da balança comercial cujo déficit, na comparação interanual aumentou
24% e 2% em relação ao mês de março de 2026.
Com isso,
o déficit comercial na 4ª semana de abril é apenas 12% abaixo do recorde que
foi registrado em junho de 2023.
Dados:
SECEX/MDIC
Elaboração:
www.terraviva.com.br
























