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Publicado em: 14/07/2026
Fonte: Apresentação: Terra Viva Foto de capa: Max Nayman on Unsplash“Não queremos ser a última geração a comer Parmigiano Reggiano”
“Não
queremos ser a última geração a comer Parmigiano Reggiano.” O alerta é de Paolo
Ganzerli, diretor internacional de vendas da GranTerre, um dos maiores grupos
agroalimentares da Itália, em entrevista concedida à Reuters. A declaração
resume a preocupação crescente do setor diante das ondas de calor extremo que
atingem o país e ameaçam um dos produtos mais tradicionais e valorizados da
gastronomia italiana.
Com
temperaturas que ultrapassam os 40°C neste verão de 2026, os produtores
enfrentam uma combinação de desafios que afeta desde o bem-estar dos animais
até os custos de armazenamento do queijo. O calor intenso faz com que as vacas
leiteiras comam menos, sofram mais estresse térmico e produzam menos leite.
Segundo representantes do setor, a queda na produção pode chegar a 10% durante
os períodos mais quentes.
























