ECONOMIA
Confiança de Serviços recua em julho e interrompe sequência de altas
"A confiança de serviços recuou em julho, devolvendo o avanço dos dois meses anteriores. A piora atingiu de forma semelhante a situação atual e as expectativas, sobretudo nas percepções sobre a demanda corrente e, principalmente, sobre a demanda prevista. Parte do movimento pode estar associada a novas turbulências externas, que voltaram a adicionar incerteza sobre as perspectivas do setor. Na conjuntura interna, o mercado de trabalho ainda resiliente e os estímulos fiscais sustentam o consumo, mas pressionam a inflação num ambiente de juros reais restritivos e inadimplência elevada, com forte comprometimento da renda das famílias. O quadro reforça a cautela para o segundo semestre, já que a tendência mais recente da confiança segue negativa em todos os segmentos, sinalizando uma possível desaceleração da atividade.", avalia Stéfano Pacini, economista do IBRE.
























