SETORIAL
Inteligência generativa já chegou ao campo, mas precisa alcançar mais produtores
Enquanto o debate sobre inteligência artificial no campo gira em torno de robôs e tratores autônomos, uma outra revolução já está em andamento nos escritórios das fazendas. Hoje, há mais de 620 soluções de inteligência generativa (GenAI) voltadas especificamente ao agronegócio e à produção de alimentos disponíveis no mercado.
Segundo a curva de evolução apresentada por Kurdys, o uso da inteligência artificial (IA) na agricultura começou na década de 1990, com o uso de sensores, GPS e dados de máquina, base da agricultura de precisão que muitos produtores já utilizam. A fase atual, como detalhou o especialista, envolve a inteligência artificial para ajudar a “rodar o escritório da fazenda”, com conhecimento, planejamento e administração do negócio. As atividades como revisão de contratos, negociação com fornecedores e análise de dados internos permitem maior retorno sobre investimento e implantação mais rápida da GenAI.
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