Argentina – Pequenos produtores de leite precisarão de apoio governamental para manterem a atividade
Agroquímicos/UE – Como é tradicional no final de cada ano, a Associação da Cadeia se Soja (Acsoja), Associação Argentina de Milho e Sorgo (Maizar), a Associação Argentina de Trigo (Argentrigo) e a Associação Argentina de Girassol (Asagir) leem mensagem conjunta apresentando as principais questões que devem ser consideradas e abordas para melhorar a atividade, principalmente através de exportações.
Uma das preocupações é com “políticas protecionistas” realizadas por diversos compradores de produtos da Argentina, que “põem em risco importantes ramos do agronegócio”. “É fundamental definir políticas que equilibrem o campo para que possamos aumentar o valor agregado de nossas exportações. Sabemos do enorme esforço que está sendo feito para abrir novos mercados, mas, devemos redobrá-los para evitar a reprimarização de nossas exportações”, dizem as entidades.
Problemas Fitossanitários
Nesse contexto, alguns parágrafos são dedicados a um outro tema que está gerando muita preocupação: as mudanças que têm propiciado no sistema regulatório europeu em relação ao uso de agrotóxicos.
“A adoção de critérios de risco substituindo os critérios de avaliação de risco sanitário afeta sensivelmente o uso de fitossanitários. É essencial articular ações entre os setores público e privado para consolidar a estratégia de defesa junto com outros países afetados”, destacam as associações.
Lembraram que “o desenvolvimento de colheitas mais produtivas a partir da ciência e tecnologia, com a biotecnologia como ferramenta fundamental, é o único caminho para aumentar a produção mundial de alimentos sem incrementar a superfície cultivada e ao mesmo tempo cuidando do meio ambiente”.
Destacaram que o trabalho também deve estar dentro do país: “Continuam pendentes corrigir problemas que ocasionam assimetrias entre as regulamentações municipais, provinciais e nacionais, em relação às aplicações de fitossanitários”.
Impostos
Não deixaram de fazer referência ao difícil cenário econômico. “Entendemos e compartilhamos da necessidade de equilibrar as contas do estado. Mas, o custo tributário que hoje temos é sufocante e não é sustentável”.
















