Economia da capital paulista começa a reaquecer
Reaquecimento - De acordo com o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), depois de seis meses de pandemia, os números da primeira quinzena de setembro apontam que houve um crescimento de 35,8% na economia paulista, na compração com os primeiros 15 dias de agosto.

Além disso, o levantamento mostra que há uma curva de aumento de vendas gradativa em São Paulo, desde o início do afrouxamento do isolamento social, decretado pelo governador do estado. “Há mais gente nas ruas, mais gente trabalhando e consumindo”, explica Marcel Solimeo, economista da ACSP.
Segundo sua análise e a matéria que divulgamos aqui, sobre a Semana Brasil, as promoções de vendas em comemoração ao Dia da Independência também contribuíram para esse crescimento do consumo na capital. “O comércio já estava claramente se aquecendo e quando o lojista baixa os preços dos seus produtos, ele ajuda mais ainda, a impulsionar a economia”, completa.
Como estava antes disso?
No mês de março, quando as pessoas começaram a ficar em casa, a economia registrou um recuo de 27% em relação aos 30 dias correspondentes ao ano anterior.
Já nos meses posteriores, a ACSP constatou que no balanço entre o mesmo período do ano passado e os meses de abril e maio deste ano houve uma queda de -63,8% e -67%, respectivamente.
Passado esse período, o reaquecimento econômico voltou a acontecer lentamente, com -54,9%, -47,7%, -33,6%, nos meses de junho, julho e agosto, nesta ordem. Agora, depois desta prévia quinzenal de setembro, o mesmo índice foi de -17,8%. “A tendência é que nos próximos meses a economia continue a mostrar recuperação, como já aponta a curva do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo”, antecipa Solimeo.
Imagem de capa: iStock
















